Louise, Rio de janeiro. “Cativa-me mais uma vez. Impulsiona-me para onde quiser, brisa. Revira o que as decepções já me viraram. Bagunce-me, organize-me, desate-me. Esquece esse medo de ser vendaval e arrisque-se comigo um pouco mais.”
A porta está fechada, não adianta bater. E foi tão bom constatar que não me atinge mais. Não me entristece, não me aborrece, não me tira o sono. Passa por mim, mas não me atravessa. Foi-se o tempo. E foi-se o tempo faz tempo!
Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos.
E apesar de saber de tudo isso porque algumas dores duram tanto?
Se faltam homens de verdade nesse mundo, pode apostar que, em contrapartida, também faltam muitas mulheres de verdade. A diferença entre as pessoas já não é mais uma guerra dos sexos. É uma guerra de gente de verdade contra gente de mentira, independente daquilo que carregam entre as pernas.
Ao chegar neste mundo, temos duas opções: podemos ser meros espectadores ou nos tornar grandes protagonistas desta história chamada Vida. E é isso o que define a diferença entre quem simplesmente existe e quem realmente vive a vida na maior intensidade possível.
Se tiver a chance de esquecer um grande amor, esqueça! Não guarde no peito esse desespero, que fura a alma e te marca o espelho. Se puder, esqueça agora.
Sempre temos aquela mania idiota de acreditar em horas iguais, estrelas cadentes, simpatias, cartomantes… Bobagem isso. Vai por mim, se for pra acontecer, vai acontecer.